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ESPECIALIDADES MÉDICAS

Cirurgia de

Catarata

O único tratamento eficaz para a catarata é a cirurgia, não existindo colírios ou óculos que eliminem a doença. A catarata é responsável por 20 milhões de cegos no mundo, e no Brasil 350 mil pessoas apresentam cegueira por conta da doença. No entanto, a perda de visão é reversível com a cirurgia.

A cirurgia de catarata é um procedimento comum que envolve a remoção da lente turva do olho. A lente pode ser substituída por uma lente artificial, chamada implante de lente intraocular (LIO). Por vezes, uma LIO não é usada, e óculos ou lentes de contato podem compensar.

catarata é uma opacidade do cristalino (lente natural do olho). Para pessoas que têm catarata tem a visão nublada, como se olhassem por uma janela embaçada ou enevoada. Essa visão nublada pode tornar mais difíceis tarefas como ler, dirigir um carro ou interpretar a expressão das pessoas.

 

A maioria das cataratas se desenvolve lentamente e não perturba a sua visão desde o início. Mas com o tempo, a catarata acabará por interferir na visão.

 

Em um primeiro momento, iluminação mais forte e uso de óculos podem ajudar a lidar com a catarata. Mas se a visão prejudicada interfere com as atividades normais, é necessário fazer a cirurgia de catarata. Felizmente, a cirurgia de catarata costuma ser um procedimento seguro e eficaz.

A catarata ocorre quando a lente dentro do olho torna-se turva. Coisas ligadas à essa turvação incluem:

  • Envelhecimento (catarata relacionada à idade)
  • Superexposição à radiação ultravioleta (UV), como da luz solar, cabines de bronzeamento ou solários
  • Diabetes, especialmente quando os níveis de açúcar no sangue estão acima da faixa de segurança. A doença descontrolada provoca alterações no olho que podem resultar em catarata
  • Doença no interior do olho, tais como o glaucoma, retinite pigmentosa ou descolamento da retina
  • Uso prolongado de medicamentos esteroides
  • Raios-X frequentes ou tratamentos de focados na cabeça
  • Histórico familiar. Uma pessoa pode herdar a tendência para desenvolver a catarata
  • Vitrectomia (remoção do gel vítreo do olho) em pessoas com mais de 50 anos de idade
  • Lesão ocular
  • Nascer com catarata.

Nem todas as cataratas prejudicam a visão ou afetam a vida diária. Para aquelas que o fazem, os sintomas comuns incluem:

 
  • Visão nublada, confusa ou nebulosa
  • Visão com brilho de lâmpadas ou do sol
  • Dificuldade de dirigir à noite devido ao brilho dos faróis
  • Mudanças frequentes na prescrição de óculos
  • Visão dupla
  • Melhoria da visão de perto que, em seguida, fica pior
  • Dificuldade em fazer as atividades diárias por causa de problemas de visão.
 

Procure ajuda médica  se houver:

  • Dor grave nos olhos
  • Uma mudança repentina na visão, como a perda da visão ou visão dupla.
  • Precisa de mudanças frequentes na sua prescrição de óculos
  • Tem visão turva ou visão dupla, que se desenvolve lentamente
  • Está tendo um problema para ver durante o dia por causa do brilho
  • Têm dificuldade em dirigir à noite por causa de brilho dos faróis
  • Têm problemas de visão que estão afetando sua capacidade de fazer atividades diárias.

Para diagnosticar catarata, o médico irá rever o histórico médico do paciente, analisar os sintomas e realizar um exame oftalmológico.

 

Durante exames oftalmológicos de rotina, o oftalmologista irá procurar por sinais precoces de problemas de visão, incluindo catarata.

 

Testar o seu filho para a catarata pode ser necessário se você acha que seu filho está tendo um problema de visão.

O tempo da cirurgia de catarata varia de pessoa a pessoa, mas em geral dura em média 20 minutos.

A cirurgia de catarata na maioria dos casos é feita apenas com colírios e uma sedação leve, exceto se o paciente tiver alguma contraindicação de saúde que necessite outro tipo de anestesia.

Após a cirurgia de catarata, o paciente retorna para casa e tem a indicação de permanecer sentado em local confortável. Normalmente a visão retorna ao normal em poucas horas, e o paciente volta a suas atividades normais após poucos dias, não podendo praticar atividades de impacto ou que tenham risco de impacto, como esportes, exercícios físicos ou dirigir. Além disso, outros cuidados devem ser tomados com os olhos, como:

  • Não esfregar
  • Não coçar
  • Não dormir sobre o olho operado nos primeiros dias pós-operatório
  • Não realizar esforço físico.

Cirurgia

Refrativa

A Cirurgia Refrativa é um procedimento a laser que mexe na curvatura da córnea, modelando seu formato de maneira a corrigir os principais erros refrativos:

Miopia é um problema nos olhos que, além de te fazer ter dificuldade de enxergar de longe, requer cuidados porque faz com que nossa visão mude constantemente.

Basicamente, quem tem miopia tem o formato do globo ocular mais longo do que deveria ser.

A hipermetropia é a dificuldade de enxergar de perto. Pessoas com esse problema de visão enxergam embaçado tudo o que está próximo a ela, mas enxerga perfeitamente bem o que está longe.

A causa astigmatismo é um problema na córnea dos olhos que se estendeu para um formato irregular, apresentando um formato oval.

Isto provoca um erro refrativo que distorce a luz quando esta entra nos olhos.

Dessa forma, múltiplos pontos focais são formados quando o normal seria que houvesse apenas um ponto de foco na retina do olho.

É por esse motivo que, quem tem astigmatismo, enxerga os objetos que estão próximos e longe um pouco ou muito embaçados, dependendo do grau.

Entretanto, ela só pode ser feita por quem tem um alto grau (acima de 6 graus, normalmente).

Existem três tipos de Cirurgia Refrativa: a Lasik, a PRK e a Lasek, e cada uma é indicada para um caso.

A Cirurgia Refrativa é recomendada para:

  • Maiores de 21 anos
  • Quem quer diminuir a dependência de óculos ou lentes de contato
  • Tenha o grau já estabilizado
  • Pessoas que não possuem NENHUM tipo de doença ocular
  • Pessoas que possuem algum problema de refração (miopia, hipermetropia ou astigmatismo).

É a aplicação do laser na camada mais interna da córnea, que modifica seu formato para tentar “consertar” a visão.

Basicamente, ela corta um pedacinho da córnea para facilitar a correção.

É indicado para pacientes que tenham miopia de 4 a 9 graus, dependendo da curvatura e da espessura da córnea.

É um procedimento de pós-operatório prático, que não necessita de curativos ou pontos, apenas alguns medicamentos e descanso do paciente.

Ou Ceratectomia Fotorrefrativa, é um procedimento mais antigo. Surgiu antes da Lasik, mas ainda assim é utilizado em alguns casos, conforme necessidade.

Trata miopia, hipermetropia e astigmatismo, e é bem parecida com a Lasik, mas ao invés de cortar um pedaço da córnea, a PRK raspa este mesmo pedaço.

Entretanto, se você fizer uma PRK, deve se preparar para o pós-operatório: o paciente usa uma lente de contato terapêutica na superfície da córnea, para ajudar na cicatrização e aliviar dores e desconfortos que aparecem nos primeiros dias após a cirurgia.

Ao invés de cortar ou raspar a cavidade da córnea, na Lasek o médico “cria” esse pedacinho da cavidade.

O médico utiliza uma solução de álcool que faz o tecido se soltar, enquanto o laser entra para remodelar a córnea.

Mas o pós operatório é semelhante ao da PRK: as mesmas lentes de contato terapêuticas, os mesmos desconfortos nos primeiros dias, e a necessidade de repouso absoluto e bloqueio da luz direta nos olhos.

Ao término da cirurgia, uma receita de colírios (antibióticos, anti-inflamatórios e lubrificantes oculares) será entregue para uso nos dias seguintes. A recuperação visual não é imediata, depende da técnica que foi utilizada. Poderá ser de dois dias ou, até, três meses.

Alguns cuidados nos primeiros dias após a cirurgia:

 

1) Não se esforce em leitura, TV ou outras atividades que exijam nitidez de imagem, logo após a cirurgia. Oscilação da visão, embaçamento noturno e fotofobia (sensibilidade alta à claridade) são comuns e desaparecem com o tempo;

2) A sensação de areia ou lacrimejamento intenso costuma aparecer algumas horas após a cirurgia e amenizam lentamente. O melhor é fechar os olhos e dormir nas primeiras horas. No dia seguinte você vai estar mais confortável com a sua nova visão. Durma com o protetor ocular no dia da cirurgia;

3) É proibido levar as mãos aos olhos no dia da cirurgia assim como esfregar ou coçar os olhos. Se ocorrer lacrimejamento, use lenço de papel descartável. Lave bem as mãos antes de aproximá-las dos olhos;

4) Utilize óculos escuros com proteção UVA e UVB sempre que sair de casa ou do trabalho/escola para proteger contra algum corpo estranho e contra a claridade. Evite tomar sol no primeiro mês. Nos primeiros seis meses, é proibida a exposição solar para quem foi submetido às técnicas Lasek e PRK;

5) Não nade ou tome banho de sauna no primeiro mês;

6)  Não dirija no dia da cirurgia;

7)  Não utilize maquiagem próximo aos olhos na primeira semana e evite-a na segunda;

8) Não deixe escorrer espuma de sabonete ou shampoo nos olhos na 1ª semana após a cirurgia;

9) Evite aglomerações (ônibus, boates, esportes coletivos etc) no primeiro mês pós-operatório para reduzir o risco de traumas oculares;

10) Não há restrição à ingestão MODERADA de bebida alcoólica e trabalho burocrático;

Ao seguir estas orientações, estará contribuindo para o sucesso da cirurgia.

Tratamento para

Ceratocone

Ceratocone é uma doença ocular que preocupa muitos pacientes, necessitando de diagnóstico precoce para interromper sua progressão e permitir um tratamento bem-sucedido. 

É um problema hereditário que afeta de 1 a 2% dos brasileiros. Ele atinge a córnea, tornando a visão embaçada e irregular.

Ceratocone é uma enfermidade não inflamatória que afeta a estrutura da córnea, camada fina e transparente que recobre toda a frente do globo ocular. A principal característica do ceratocone é a redução progressiva na espessura da parte central da córnea, que é empurrada para fora, formando uma saliência com o formato aproximado de um cone.

Difícil dizer. Sabe-se que cerca de 1% a 5% da população geral possui defeitos em um gene que abrem as portas para o ceratocone. Ainda assim, nem todas as pessoas com essa falha no DNA vão ter a doença até porque o surgimento do ceratocone também depende de estímulos externos, como a coceira frequente dos olhos ou o ato de apertá-los.

Os principais sintomas que podem indicar que uma pessoa tem ceratocone são:

  • Visão embaçada ou distorcida (para longe e/ou perto)
  • Coceira nos olhos.
  • Muita sensibilidade à luz/claridade.
  • Visão dupla.
  • Ver círculos (halos) ao redor das fontes de luz.
  • Dor de cabeça.

Se já houver algum caso de ceratocone na família, converse com o oftalmologista para minimizar o risco da doença nos descendentes.

Ela aparece em homens e mulheres na mesma frequência. É mais comum no final da infância e na adolescência. Coceira nos olhos, asma e rinite são fatores de risco, por estimularem danos na córnea.

Infelizmente, a doença ainda não possui uma cura, mas há uma série de procedimentos para tratamento do ceratocone. Confira a seguir:

Nos primeiros estágios, a doença pode ser tratada pelo simples uso de óculos ou com lentes de contato. A lente pode ser semi-rígida ou rígida de acordo com o estágio ou adaptação do paciente.

Caso o estágio seja mais avançado, as lentes intraoculares fácicas podem resolver um caso de miopia muito forte, conseguindo corrigir até 20 graus. Dessa forma, a pessoa poderia ter uma boa visão mesmo à distância.

Caso o paciente se encontre em um nível intermediário, a implantação dos anéis intracorneanos é uma ótima opção. Ele é responsável para dar uma boa forma novamente à córnea, podendo adiar uma possível cirurgia e adequar o olho ao uso de lentes rígidas mais facilmente.

Outro procedimento a ser aplicado na córnea é o crosslinking, que se consiste em uma técnica capaz de endurecer a parte anterior ao tecido corneano, resultando em uma melhor visão para a pessoa. Com essa aplicação, a córnea irá fazer novas conexões com moléculas de colágeno quando for de encontro com alguma luz ultravioleta, proporcionando uma maior saúde ocular.

Isto provoca um erro refrativo que distorce a luz quando esta entra nos olhos.

Dessa forma, múltiplos pontos focais são formados quando o normal seria que houvesse apenas um ponto de foco na retina do olho.

É por esse motivo que, quem tem astigmatismo, enxerga os objetos que estão próximos e longe um pouco ou muito embaçados, dependendo do grau.

Em estágios mais avançados, a cirurgia é altamente recomendada. Nesse procedimento, o transplante de córnea é realizado por meio de dois tipos: o Anel de Ferrara ou INTACS. No primeiro, o anel a ser implantado possui um raio de curvatura menor do que o segundo. O procedimento escolhido pelo oftalmologista vai de acordo com a localização do ceratocone: cental, ínfero-temporal ou superior.

Adaptação de

Lentes de contato

O objetivo das lentes de contato é proporcionar uma melhor visão no dia-a-dia e facilitar a prática de esportes.

São pequenos discos de material plástico, usados para corrigir miopia, hipermetropia, astigmatismo, presbiopia e para tratamento de ceratocone.

As vantagens das lentes de contato em relação aos óculos são: maior campo visual, menor distorção e tamanho mais realista dos objetos, aumento da auto-confiança e eliminação dos óculos embaçados e dos pontos de pressão no nariz e nas orelhas.

 

As desvantagens das lentes são: facilidade de que se percam ou se danifiquem, necessidade de boa higiene ocular, de cuidados regulares e, para alguns tipos de lentes, de um período de adaptação mais longo. Às vezes, as lentes não corrigem certos problemas tão bem quanto os óculos e algumas pessoas apresentam sensibilidade à luz, dificuldade no seu manuseio. Se usadas em piscinas sem óculos de proteção, as lentes podem se perder, se contaminar ou ficar amareladas pelo cloro.

Como todo corpo estranho em contato com a córnea, as lentes de contato apresentam riscos. Esses serão bem menores se elas forem prescritas e adaptadas por um oftalmologista especializado.

 

A lente de contato requer cuidados e avaliação periódica, pois pode determinar uma série de complicações relacionadas ao seu uso. Estas complicações podem ser desde uma simples conjuntivite até uma úlcera de córnea que poderá levar a baixa de acuidade visual. Por este motivo a lente de contato deverá ser adaptada por um oftalmologista que se dedique a esta especialidade.

 

Como visto as lentes de contato podem provocar infecções ou arranhões que precisam ser tratados e se forem usadas por um período mais longo ou em desacordo com as recomendações recebidas, a córnea pode ficar inchada, causando dor e embaçamento temporário da visão. Procure seu oftalmologista imediatamente em casos de dor ocular, vermelhidão, desconforto, inchaço, sensação de arranhão e secreção no olho ou quando não conseguir remover a lente.

O uso de lentes é uma forma de parceria com o oftalmologista, em benefício da sua visão. Essa parceria envolve uma consulta completa, orientação quanto ao tipo de lentes que lhe é mais adequado, testes de adaptação, fornecimento de lentes, instruções quanto ao manuseio, limpeza, assepsia das lentes e retorno para avaliação a fim de verificar se as lentes estão bem adaptadas.

Geralmente, o teste de adaptação de lentes consiste de:

  • Avaliação da superfície corneana e sua medida da curvatura.
  • Refração inicial para determinação do grau das lentes (leitura da menor linha da Tabela de Snellen com cada olho).
  • Colocação de lentes de teste baseadas na refração inicial, por 10 a 20 minutos.
  • Nova refração, com as lentes de teste.
  • Avaliação da adaptação das lentes de teste com o aparelho chamado lâmpada de fenda.
  • Modificações na adaptação com base em observações na lâmpada de fenda.

 

Concluído o teste de adaptação, a prescrição é encaminhada ao fabricante. Por ocasião, da entrega, você será treinado(a) para sua colocação e serão fornecidas instruções para manuseio, remoção, cuidados, período de uso e consultas de revisão.

Durante a consulta, seu problema visual e a curvatura da córnea serão avaliados e depois de conversar com você sobre seu estilo de vida, a freqüência com que você irá usá-las e o tempo que dispõe para cuidar delas, o oftalmologista poderá lhe sugerir o tipo de lentes mais adequado às suas características pessoais.

Tipos de Lentes de Contato:

As lentes rígidas são de consistência semi-flexível e menores que a córnea. A adaptação às lentes rígidas é fácil, a córnea raramente fica inchada e a visão permanece nítida. As lentes rígidas podem ser de uso diário ou de uso prolongado. 

As lentes rígidas são compatíveis com a maioria dos colírios. São duráveis, de limpeza e manuseio fáceis e possibilitam visão bastante nítida, especialmente nos graus mais altos de astigmatismo. Por outro lado, exigem período de adaptação de 2 a 3 semanas.

São lentes que determinam menor risco de complicações oculares, como por exemplo, infecções oculares e/ou úlceras de córnea.

As lentes gelatinosas são extremamente confortáveis e podem ser de uso diário ou prolongado. As lentes gelatinosas quase não são percebidas no olho, são de rápida ou imediata adaptação e são mais confortáveis que as rígidas. São adaptadas em cores que realçam ou mudam a cor dos olhos e são adequadas à esportes, pois raramente se deslocam.

As lentes gelatinosas podem se danificar com maior facilidade. Necessitam de permanente manutenção, pois a proteína e o muco depositados pelo organismo nas superfícies anterior e posterior da lente podem reduzir sua duração e/ou causar infecção ocular.

Podem não resultar em visão totalmente nítida, embora algumas corrijam adequadamente altos graus de astigmatismo. As instruções para uso e manutenção devem ser cuidadosamente observadas, caso contrário essas lentes poderão produzir infecção e irritação nos olhos, sobretudo, se ao primeiro sinal de problema elas não forem removidas e prescrito o tratamento necessário. De modo geral deve-se evitar dormir com as lentes de contato.

Essas lentes foram desenvolvidas para serem usadas e descartadas num período determinado. O tempo do descarte será determinado pelo fabricante e também pelo oftalmologista após análise do desempenho da lente no olho do determinado paciente.

As lentes descartáveis podem ser de uso diário ou prolongado. Também a forma de uso será determinada pelo oftalmologista.

As lentes de contato de uso diário são removidas diariamente. As lentes de contato de uso prolongado são produzidas com material de alta permeabilidade ao oxigênio, e o tempo de uso prolongado será determinado somente pelo oftalmologista.

As lentes de contato esclerais foram as primeiras lentes a serem desenvolvidas para corrigir irregularidades da córnea com o uso de conchas esclerais de vidro que melhoravam muito a visão do paciente.

Essas lentes tem uma ampla indicação para os pacientes portadores de baixa da acuidade visual que não melhoram com o uso de óculos e nem com o uso das lentes de contato rígidas corneais.

A lente escleral tem como indicação:

  • Ceratocone
  • Degeneração marginal pelúcida da córnea
  • Ectasias corneanas secundárias (pós transplante de córnea, pós cirurgia refrativa e pós trauma ocular perfurante)
  • Altas miopias
  • Olho seco

A lente escleral é uma grande conquista da contatologia moderna e somente um oftalmologista que se dedica a lentes de contato está apto a adaptá-la.

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